E eu sou bem grosso. Não, não preciso disso nem passar por isso. Só, só queria ficar de buena. Rir, chorar, chorar de rir, dormir com o carinho de uma cabeça sobre meu peito. Sabe, é uma pena que eu apenas queira e só consiga pensar em sexo. Talvez se minhas mãos não estivessem assim, talvez se eu tivesse outros amigos, talvez se os seus fossem só amigos e não cânceres pseudopoéitcos ambulantes, que enferrujam lâminas e lâminas, que estragam à distância e à domicílio. Talvez se seu quarto fosse decorado com meu nome e não com meu apelido, talvez se eu fosse um simpatizante de um ménage à trois, talvez se pra você eu não fosse um idiota, talvez se todo esse tempo fosse levado em conta, talvez se eu tivesse um instinto paternal um pouco mais aguçado pra adotar um menino bem gordinho, talvez se não houvessem links de terror, talvez se eu não visse os crimes que você não comete sozinha, talvez assim as mãos estariam dadas e como a antiga história(feliz).
----------------------------x------------------------------
hg5f641hb65g41hg5f644js654j65f4 gf6j 4fg 4jgf4j gf641g6f4ddgfsfhaeg aea g.ll~çp5~45p~4j5485u458sthte4h 84ae8h4st84hy9rhnvuhepoiaj43uvm98yu59 3u4v5189u509834m08qwertyuiop´sxdfghjklçç~zxcvbnm,.´[]~;./¹²³£¢¬
85974329085v74239875v29384v57 9347çlkjhgfdsamnbvcxzzxcvbnm,lkjhgfdsaasdfghjklçpoiuy
urkdfhjddhjikktrwwq´[]~.;/;./;,mnbvcfdhrtuoplknn987651654534165145841584
ajrslkjrfhdsakjwwworkut~com!!Comxmunityaspxcmm5270267rhdu34980-13dghsdnfjkaldfadklsh qplkehaeuhaseuh101___wejhriowehrwwwdorkut@com87ommunity.aspx?cmm=6546527
15 setembro 2007
23 agosto 2007
Tumor.
Toda cinza fora do cinzeiro
Pouca coisa muda de dezembro a dezembro
Todo mundo diz que é um medo embrionário
De qualquer forma é pouco e já é autoritário
Toda fumaça não me justifica esse tumor
Qualquer fumaça não me justifica..
(Música de circo...)
_________________________________
As coisas estão voltando. Muitas delas. Como se eu estivesse rebubinando a fita.
Pouca coisa muda de dezembro a dezembro
Todo mundo diz que é um medo embrionário
De qualquer forma é pouco e já é autoritário
Toda fumaça não me justifica esse tumor
Qualquer fumaça não me justifica..
(Música de circo...)
_________________________________
As coisas estão voltando. Muitas delas. Como se eu estivesse rebubinando a fita.
14 maio 2007
Bom gosto.
11 maio 2007
Tava no livro
Não vou desperdiçar água alguma, nem usar em vão o nome da Poesia. Não, não quero mentir. Prefiria ser cego, e não ver isso tudo. Ou até mesmo surdo pra não ter ouvido aquilo. Todos os tiros eu tenho tomado pelas costas e não é surpresa. Eu posso estar em coma ou estar de cama, também posso só estar exagerando, mas ainda estou certo. E eu não preciso de nada. Nem do vinho, nem de droga alguma. Lembro-me de Zé: "Eu tenho a palavra certa pra 'Doutor' não reclamar"!
Quando eu abri e li na prólogo: "Não esquente a cabeça!", eu não entendi.
Acho melhor...
Quando eu abri e li na prólogo: "Não esquente a cabeça!", eu não entendi.
Acho melhor...
08 maio 2007
Depois das brigas e de você levantar o tom de voz.
Eu fecho os olhos
Me arrepio inteiro
Não consigo nem falar.
Me arrepio inteiro
Não consigo nem falar.
03 maio 2007
Fora da Ordem.
"Escuras coxas duras tuas duas de acrobata mulata/ Tua batata-da-perna moderna trupe intrépida em que fluis/Estou em Sampa de onde não se vê quem sobe ou desce a rampa/ Alguma coisa em nossa transa é quase luz forte demais/ Parece por tudo à prova, parece fogo, parece parece paz/ Parece paz!/ Pletora de alegria um show de Jorge Ben Jor dentro de nós/ É muito, é grande, é total." (Caetano Veloso)
Família reunida. Caos pela manhã. Agora é correr...
28 abril 2007
Eba, até que enfim.
Frio. Elegância dividida entre Syd e Bob. Passeio pela rua enquanto todos querem ir, querem dormir. A voz rouca, as bebidas geladas, sorrisos, os abraços apertados e quentes. Um jazz, uma música decente, um ruído de motor, um silêncio, é tudo tão diferente mas não. As cordas novas e enferrujadas, mas sabe, eu gosto do arranhar. (dói minha cabeça)
25 abril 2007
No Caminho;

Pegar a bicicleta, uma máquina e o discman.
Fotografar lugares bonitos, momentos inusitados.
Passear e exercitar-se. Relaxar com um cigarro.
Ouvir as músicas preferidas dos dias tristes nas horas boas de felicidade.
Tirar da cabeça aqueles probleminhas.
Sei lá, coisas assim, por aí.
(Keane - Is It Any Wonder?)
18 abril 2007
Cadê o whisky, porra?!
...a cinza foi girando e caindo, como as folhas costumavam fazer no outono antes dessa história de aquecimento global, menstruação, vegetarianismo opcional, reggae virar uma mania de uma cidade num mundo onde não ser simpatizante do homossexualismo é ser homofóbico. pois bem, continuando, e eu também, mas caía reto. só não sei se não encontrarei nunca o chão que me espera ou se já estou nele com a sensação de estar caindo.
Attila Zoller - Blues In The Closet
Attila Zoller - Blues In The Closet
17 abril 2007
Viciado
Eu, assim por vício, ainda sonho com um amor pra velhice. Assim, daqui pra frente só um, só esse, o mesmo. E às vezes me pego chocado, tocado por pensamentos, algo da consciência, sabe? E também penso no que passo. E que me faz tentar parar de acreditar. Não desistir mas esquecer, achar que é utopia e que não tem fundamento, mas eu quero, eu não sei como é estar sem isso na mochila. Mas não é nenhum costume, não.
Ao som de Keane - Is it any wonder?
(me faz chorar e é feito pra rir)
Ao som de Keane - Is it any wonder?
(me faz chorar e é feito pra rir)
16 abril 2007
Uma metade.
Eu sou a metade
De algo que eu quero
Metade quase exata
Não se trata de tamanho
Independe de medidas
Exatidão adquirida
Por coincidências
Nas idas e vindas
Nos espelhos da vida.
De algo que eu quero
Metade quase exata
Não se trata de tamanho
Independe de medidas
Exatidão adquirida
Por coincidências
Nas idas e vindas
Nos espelhos da vida.
11 abril 2007
10 abril 2007
Vai, vai....
Quero toda certeza, chega de confusão. Quero toda presença, chega de metades. Quero toda atenção, chega de piedade. Quero todo carinho, chega de passatempo.
Apesar de novo é verdadeiro. Apesar de verdadeiro é finito. Apesar de finito não tem prazo de validade. Por isso, quero tudo e quero agora. Prefiro me afogar que só matar a sede. Gosto de branco e preto mas essas são as cores que meus olhos querem ver.
Em mim desenha-se segredos que eu guardo pra mim mas eu repartindo estou mais leve e isso é bem melhor. Confiança, esperança e mudança.
Aliás, Strokes é muito foda, vai se fuder!
Apesar de novo é verdadeiro. Apesar de verdadeiro é finito. Apesar de finito não tem prazo de validade. Por isso, quero tudo e quero agora. Prefiro me afogar que só matar a sede. Gosto de branco e preto mas essas são as cores que meus olhos querem ver.
Em mim desenha-se segredos que eu guardo pra mim mas eu repartindo estou mais leve e isso é bem melhor. Confiança, esperança e mudança.
Aliás, Strokes é muito foda, vai se fuder!
06 abril 2007
Carioca.
Às vezes só o que você precisa é ouvir um bom disco pra limpar sua merda de cabeça lotada de porcarias e traumas. Ou quem sabe dormir ao invés de ficar lendo noite adentro aquelas baboseiras que só ensinam o que você já aprendeu, sozinho.
05 abril 2007
Tsc tsc tsc ¬¬"
-4:01...
-...
-Tira essa âncora do meu pé esquerdo?
-...
-Hã?!
-...
(I'm Going Undeeeeeeerrr.....)
Ao som de Peeping Tom - Mojo
-...
-Tira essa âncora do meu pé esquerdo?
-...
-Hã?!
-...
(I'm Going Undeeeeeeerrr.....)
Ao som de Peeping Tom - Mojo
04 abril 2007
Putz, começou...
É, vizinhos, definitivamente, são muito estranhos, de vez em quando. E não tem jeito, você sempre flagra alguma atitude duvidosa, não pejorativamente, mas algo que você não faria nunca fora de si e quem dirá em sã consciência. Não digo só mandar a polícia invadir o apartamento do morador novo pra ver se tem drogas ou transar na escada quando chega da balada numa situação que não dá tempo nem de abrir a porta, não estou me referindo a qualquer conseqüencia do abuso de bebidas alcoólicas, se é que vocês me entendem. Eu quero dizer sobre você, quando passa pelo estacionamento do seu condomínio ou edifício completamente absorto, com coisas da vida grudadas como se tivessem sido atropeladas no asfalto que o cérebro é, e de repente, ouve num carro estacionado uma música tocando, não muito alta e vê que no carro, que devia estar abandonado, está aquele seu vizinho que você sempre soube que não é normal curtindo uma solidão numa noite quente de quarta-feira.
***** ***** ***** ***** *****
Olhos com umidade,
No fundo, humildade
No fim só é saudade.
Vontade corrosiva,
Só quero que eu sobreviva
Nessa contagem regressiva.
Olhos com vontade,
No fundo, que eu sobreviva.
Contagem só é saudade.
***** ***** ***** ***** *****
Ao som de Gal Costa - Pérola Negra
***** ***** ***** ***** *****
Olhos com umidade,
No fundo, humildade
No fim só é saudade.
Vontade corrosiva,
Só quero que eu sobreviva
Nessa contagem regressiva.
Olhos com vontade,
No fundo, que eu sobreviva.
Contagem só é saudade.
***** ***** ***** ***** *****
Ao som de Gal Costa - Pérola Negra
01 abril 2007
Parece.
É incrivel como tem certos dias em que você tem que se sentir um borrão no ar, sabe? Até meio maluco, talvez. Eu não sei, meu. É foda.
Quando se dá conta, já fez as pazes depois de brigar com a vida por coisas banais e tá triste, de novo, por pensar, erradamente, em deslizes possíveis e acha que desistir daquilo que você vê no espelho todos os dias é melhor solução... pra qualquer coisa, qualquer alguém. E até mesmo, quando não é qualquer alguém, que nesse caso não é. Então, você conta as moedas com o amor, achando que não vai conseguir ir pra home sick home* e quando percebe já está com a fortuna necessária em mãos. Pega o ônibus com a mente ultrajazz, desconta 12,5% de sua riqueza adquirida que lhes são por direito. De repente, você nem sabe que direito é esse e eu aqui falando... tsc tsc... mas enfim, nem eu sei também, porque, na realidade, ele não existe, sabe? Continuando, após descontar o seu pseudodireito ridículo e guardá-lo no bolso da sua camisa, você entrega aquela quantia de dinheiro para o responsável da atividade de coletar a taxa padrão do transporte público, que, bom, é o cobrador, e o infeliz e mentecapto ao obtê-la, a defenestra sem nem cogitar a sombra da idéia de contá-la. E sua primeira reação é não acreditar que isso aconteceu, afinal, não tem o menor cabimento. Só que você viu, já passou a roleta pensando na cena e tentando, sem sucesso, entender e sentou em qualquer assento disponível do coletivo continuando, em vão, nesse propósito. A fúria e a violência já dançam felizes nos seus olhos e na sua testa o letreiro escrito "babaca" brilha como nunca. Nos seus vasos sangüíneos correm todo o tipo de vontades absurdas mas ao chegarem com o ar no seu cérebro doente, elas são barradas devido a decência que a cidade e a sociedade lhe ensinaram a ter. Ou a fingir que que tem. Ou a fingir que aprendeu ter. Ou a que aprendeu a fingir tê-la! De qualquer forma, lá está você com algo atravessado na garganta imaginando quantos projéteis poderia depositar naquele imundo saco de banha nojento. E olhando pela janela achando como seria legal fotografar as putas fazendo ponto na esquina de uma igreja evangélica daquelas.
Assim, quando ainda indignado mas conformado chega em casa dá um toque no telefone móvel da namorada, como foi pré-combinado, pra avisar que havia chegado são e salvo. Toma um chá e entra na internet. Boa noite.
*Home Sick Home é uma canção do Faith No More, mas a citação só se dá devido analogia ao dito "home sweet home", que de fato não convém!
Quando se dá conta, já fez as pazes depois de brigar com a vida por coisas banais e tá triste, de novo, por pensar, erradamente, em deslizes possíveis e acha que desistir daquilo que você vê no espelho todos os dias é melhor solução... pra qualquer coisa, qualquer alguém. E até mesmo, quando não é qualquer alguém, que nesse caso não é. Então, você conta as moedas com o amor, achando que não vai conseguir ir pra home sick home* e quando percebe já está com a fortuna necessária em mãos. Pega o ônibus com a mente ultrajazz, desconta 12,5% de sua riqueza adquirida que lhes são por direito. De repente, você nem sabe que direito é esse e eu aqui falando... tsc tsc... mas enfim, nem eu sei também, porque, na realidade, ele não existe, sabe? Continuando, após descontar o seu pseudodireito ridículo e guardá-lo no bolso da sua camisa, você entrega aquela quantia de dinheiro para o responsável da atividade de coletar a taxa padrão do transporte público, que, bom, é o cobrador, e o infeliz e mentecapto ao obtê-la, a defenestra sem nem cogitar a sombra da idéia de contá-la. E sua primeira reação é não acreditar que isso aconteceu, afinal, não tem o menor cabimento. Só que você viu, já passou a roleta pensando na cena e tentando, sem sucesso, entender e sentou em qualquer assento disponível do coletivo continuando, em vão, nesse propósito. A fúria e a violência já dançam felizes nos seus olhos e na sua testa o letreiro escrito "babaca" brilha como nunca. Nos seus vasos sangüíneos correm todo o tipo de vontades absurdas mas ao chegarem com o ar no seu cérebro doente, elas são barradas devido a decência que a cidade e a sociedade lhe ensinaram a ter. Ou a fingir que que tem. Ou a fingir que aprendeu ter. Ou a que aprendeu a fingir tê-la! De qualquer forma, lá está você com algo atravessado na garganta imaginando quantos projéteis poderia depositar naquele imundo saco de banha nojento. E olhando pela janela achando como seria legal fotografar as putas fazendo ponto na esquina de uma igreja evangélica daquelas.
Assim, quando ainda indignado mas conformado chega em casa dá um toque no telefone móvel da namorada, como foi pré-combinado, pra avisar que havia chegado são e salvo. Toma um chá e entra na internet. Boa noite.
*Home Sick Home é uma canção do Faith No More, mas a citação só se dá devido analogia ao dito "home sweet home", que de fato não convém!
27 março 2007
poesia cretina
estou dirigindo calado pensando em fumar
não ouço a música e vejo sua boca que se mexe sem parar
escuto sua voz mas não sei o que suas palavras querem significar
o sinal fecha e outra poesia cretina na minha mente começa a se formar
ainda bem que no porta-luvas nem caneta nem papel vão estar
quando abre o sinal esqueço tudo e um sorriso pro retrovisor posso esboçar
e de repente, de novo, movimentos e barulhos pra eu me concentrar
mas quanto mais sons e luzes, menos eu pareço enxergar
mais longe e pra dentro, tudo é correnteza que não como escapar
sentimentos e um instinto absorto estranhamente familiar
que abre meus pulmões e de graça me faz respirar
minhas mãos limpas no volante e os olhos abertos pra guiar
dessa vez consigo entender que você está a me xingar
só te olho e com os olhos já peço e consigo te fazer parar
- eu nunca estive nessa rua, não conheço esse lugar.
não sei como chegar onde quero te levar
mais uma vez, por educação, prefiro estar sujo que sujar.
(ao som de the strokes - fear of sleep)
não ouço a música e vejo sua boca que se mexe sem parar
escuto sua voz mas não sei o que suas palavras querem significar
o sinal fecha e outra poesia cretina na minha mente começa a se formar
ainda bem que no porta-luvas nem caneta nem papel vão estar
quando abre o sinal esqueço tudo e um sorriso pro retrovisor posso esboçar
e de repente, de novo, movimentos e barulhos pra eu me concentrar
mas quanto mais sons e luzes, menos eu pareço enxergar
mais longe e pra dentro, tudo é correnteza que não como escapar
sentimentos e um instinto absorto estranhamente familiar
que abre meus pulmões e de graça me faz respirar
minhas mãos limpas no volante e os olhos abertos pra guiar
dessa vez consigo entender que você está a me xingar
só te olho e com os olhos já peço e consigo te fazer parar
- eu nunca estive nessa rua, não conheço esse lugar.
não sei como chegar onde quero te levar
mais uma vez, por educação, prefiro estar sujo que sujar.
(ao som de the strokes - fear of sleep)
13 março 2007
Vivo e com algum propósito!
Eu ando por aí, eu continuo em pé, ao contrário do que torcem, do que querem. Pensam que por não comer eu não tenha mais forças, que por pensar demais eu não tenha mais esperanças. Acham que vou abrir mão da vida. Acham que sou inconseqüente como criança e que não sinto nada, como quem está inconsciente. Mas sei de cada célula e cada centímetro quadrado seu que quero raspando na pele de pessoa minha quando derrramo ou não lágrimas por minha culpa. Sou o que sou, sou o que tenho. Pra quem quer o que eu tenho e não disfarçe. Pra quem abusa da sorte e aposta em algo que não vai falhar nunca.
01 março 2007
Relógios, árvores & ruínas.

É, tô vendo que pra compor tem que ser de madrugada. De dia são tantas coisas, pressa, correria, ensaio, tirar música, telefone, sono, fome, gente, compromissos... responsabilidades inadiáveis, mesmo pra mim. E também tem que ouvir muita coisa diferente, de Djavan à Telesônica, de xingamentos à declarações românticas. Tem que estar bem, mal, feliz, triste, apaixonado, sozinho, bêbado, são... mas alguma coisa tem que estar, não existe fazer algo sem sentir, afinal, é simples, é de coração.
Assinar:
Postagens (Atom)