Não vou desperdiçar água alguma, nem usar em vão o nome da Poesia. Não, não quero mentir. Prefiria ser cego, e não ver isso tudo. Ou até mesmo surdo pra não ter ouvido aquilo. Todos os tiros eu tenho tomado pelas costas e não é surpresa. Eu posso estar em coma ou estar de cama, também posso só estar exagerando, mas ainda estou certo. E eu não preciso de nada. Nem do vinho, nem de droga alguma. Lembro-me de Zé: "Eu tenho a palavra certa pra 'Doutor' não reclamar"!
Quando eu abri e li na prólogo: "Não esquente a cabeça!", eu não entendi.
Acho melhor...