Fim de ano, sinônimo de alegria? Seria mais coerente alergia a fim de ano. Que massa! Tipo, é a mesma coisa, o último dia de dezembro é sempre igual ao primeiro de janeiro, sempre. Dentro deste pequeno espaço de tempo que tem em um ano a gente promete, agiliza, faz, se fode, e no fim, é igual ao ano passado, ou não. Pessoas, brigas, amores, músicas... há um trânsito infinito de fatos e fatores que influenciam e são influenciados pelas escolhas, acertos e erros que cometemos. Prometo que esse ano que vem vai ser um grande EU a minha linda prioridade.
Ao som de Snot - Stoopid
25 dezembro 2008
16 novembro 2008
Suscito.
Eu sei que adoraria vê-me satisfeito
Não fi-lo
Mas mesmo que tivesse feito
Eu sempre negaria àquilo.
Merecimento é a lígua que você esqueceu de aprender.
Não fi-lo
Mas mesmo que tivesse feito
Eu sempre negaria àquilo.
Merecimento é a lígua que você esqueceu de aprender.
20 outubro 2008
Como disco de vitrola.
Felizmente* acho que as coisas começam se encaminhar. Profecia? Não. Volto aqui, acho que os ensaios também estão a caminho. Vou escrever de novo. Ou não. Enfim. Fica em aberto.
* = palavra rara a vida, perigosa.
* = palavra rara a vida, perigosa.
24 junho 2008
QUANDO ANDO PENSANDO.
Ando pensando que, ultimamente, ao andar por aí pensando nas coisas, se encontra pensamentos perdidos como conhecidos que caminham pra cima e pra baixo, nos bares, nas ruas. Incrível, não?
(Isso acontece quando eu estou parado também, sozinho ou não.)
Madrugadas em claro falando sobre as ligações entre o metano liberado por humanos e animais e a Globalização, Internet, enfim, pensando bobagens, mas sendo ouvido.
(Eu achei isso supergostoso.)
Penso também na quantidade que eu tenho ingerido de coisas que me destróem aos poucos mas me satisfazem e me dão prazer. E por pensar nisso, lembro de pessoas. As que me acompanhavam nisso, sinto falta. Estão tão longe. Física e Metafisicamente. Lembro e penso como era gostoso ler, ouvir e saber sobre aquelas coisas que essas pessoas tinham em suas mentes doentes. As coisas que passavam nas cabeças dessas pessoas quando, como eu, estavam também submetidas ao além, em um estado alterado glorioso ou não, quando estávamos tomando Coca, por exemplo.
(Sei lá, sei lá...)
Hoje, isso está completamente defasado e desvalorizado, empoeirado em páginas de hipertexto e guardado, porém todavia, não?
(O mais foda é que aquilo tudo hoje parece mentira.)
Acho tão engraçado saber coisas, receber ou ser procurado por qualquer um apenas para estar ciente, geralmente, dos erros alheios. Prefiro não saber, aviso desde já.
(Não me importo com a homossexualidade de niguém, meu.)Seria tudo mais legal se ninguém mudasse.
(Qualquer coincidência com os sulfixos do título é pura culpa do acaso.)
Ouça Black Out do Pavement, é massa.

30 janeiro 2008
Sempre Chico
Já conheço os passos dessa estrada
Sei que não vai dar em nada
Seus segredos sei de cor
Já conheço as pedras do caminho
E sei também que ali sozinho
Eu vou ficar, tanto pior
O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto
Evito tanto
E que no entanto
Volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes velhos fatos
Que num álbum de retrato
Eu teimo em colecionar
Lá vou eu de novo como um tolo
Procurar o desconsolo
Que cansei de conhecer
Novos dias tristes, noites claras
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra dizer que isso é pecado
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado
E você sabe a razão
Vou colecionar mais um soneto
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração
(ao som de adriana calcanhotto - esquadros)
Blood On The Ground
I don't want to talk to you anymore
I'm afraid of what I might say
I bite my tongue everytime you come around
Cause blood in my mouth beats blood on the ground
Hand over my heart
I swear I've tried everything I could
Within all my power two weeks and one hour
I slaved and now I've got nothing to show
Oh if only you'd grow taller than a brick wall
From now on I'm gonna start holding my breath
When you come around and you flex that fake grin
Cause something inside of me has said more than twice
That breathing less air beats breathing you at all
I don't want to talk to you anymore
I'm afraid of what I might say
I bite my tongue everytime you come around
Cause blood in my mouth beats blood on the ground
Hand over my mouth I'm earning the right to my silence
In quiet discerning between ego and timing
Good judgement is once again proving to me that it's
Still worth it's weight in gold
From now on I'm gonna be so much more wary
When you start to speak and my warm blood starts to boil
That seeing you is like pulling teeth
And hearing your voice is like chewing tin foil
I don't want to talk to you anymore
I'm afraid of what I might say
I bite my tongue everytime you come around
Cause blood in my mouth beats blood on the ground
High fives to a better judgement
By saying less today I will gain more
Low twos to you my fickle friend
Who brought the art of silent war
I'm afraid of what I might say
I bite my tongue everytime you come around
Cause blood in my mouth beats blood on the ground
Hand over my heart
I swear I've tried everything I could
Within all my power two weeks and one hour
I slaved and now I've got nothing to show
Oh if only you'd grow taller than a brick wall
From now on I'm gonna start holding my breath
When you come around and you flex that fake grin
Cause something inside of me has said more than twice
That breathing less air beats breathing you at all
I don't want to talk to you anymore
I'm afraid of what I might say
I bite my tongue everytime you come around
Cause blood in my mouth beats blood on the ground
Hand over my mouth I'm earning the right to my silence
In quiet discerning between ego and timing
Good judgement is once again proving to me that it's
Still worth it's weight in gold
From now on I'm gonna be so much more wary
When you start to speak and my warm blood starts to boil
That seeing you is like pulling teeth
And hearing your voice is like chewing tin foil
I don't want to talk to you anymore
I'm afraid of what I might say
I bite my tongue everytime you come around
Cause blood in my mouth beats blood on the ground
High fives to a better judgement
By saying less today I will gain more
Low twos to you my fickle friend
Who brought the art of silent war
29 janeiro 2008
Corrida.
Eu trago poucas palavras pra você. Não sei se devo usá-las, porque eu tenho medo. Essa é a verdade. E eu não preciso ter mas tenho. É culpa da insegurança, eu sei. Se eu usasse-as, você correria dias. E talvez assim, eu corresse também. Mesmo sem ter dormido. Mesmo sem ter comido. Mesmo sem ter você. Mesmo sem ter vontade. Eu correria.
28 janeiro 2008
07 janeiro 2008
O que eu quis ouvir de tarde.
Eu lembro da panturrilha
A sombra dela
Fim de tarde
Com a distâcia é só saudade
E mesmo perto há distância
A vontade de falar
Ouvir do outro lado
O telefone na verdade é sempre mudo
E eu não mudo.
E nem você.
A sombra dela
Fim de tarde
Com a distâcia é só saudade
E mesmo perto há distância
A vontade de falar
Ouvir do outro lado
O telefone na verdade é sempre mudo
E eu não mudo.
E nem você.
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