24 junho 2008

QUANDO ANDO PENSANDO.

Ando pensando que, ultimamente, ao andar por aí pensando nas coisas, se encontra pensamentos perdidos como conhecidos que caminham pra cima e pra baixo, nos bares, nas ruas. Incrível, não?
(Isso acontece quando eu estou parado também, sozinho ou não.)
Madrugadas em claro falando sobre as ligações entre o metano liberado por humanos e animais e a Globalização, Internet, enfim, pensando bobagens, mas sendo ouvido.
(Eu achei isso supergostoso.)
Penso também na quantidade que eu tenho ingerido de coisas que me destróem aos poucos mas me satisfazem e me dão prazer. E por pensar nisso, lembro de pessoas. As que me acompanhavam nisso, sinto falta. Estão tão longe. Física e Metafisicamente. Lembro e penso como era gostoso ler, ouvir e saber sobre aquelas coisas que essas pessoas tinham em suas mentes doentes. As coisas que passavam nas cabeças dessas pessoas quando, como eu, estavam também submetidas ao além, em um estado alterado glorioso ou não, quando estávamos tomando Coca, por exemplo.
(Sei lá, sei lá...)
Hoje, isso está completamente defasado e desvalorizado, empoeirado em páginas de hipertexto e guardado, porém todavia, não?
(O mais foda é que aquilo tudo hoje parece mentira.)
Acho tão engraçado saber coisas, receber ou ser procurado por qualquer um apenas para estar ciente, geralmente, dos erros alheios. Prefiro não saber, aviso desde já.
(Não me importo com a homossexualidade de niguém, meu.)
Seria tudo mais legal se ninguém mudasse.
(Qualquer coincidência com os sulfixos do título é pura culpa do acaso.)
Ouça Black Out do Pavement, é massa.